11 maneiras de organizar as finanças pessoais de forma eficaz

Confira nossas dicas de como sair do vermelho e nunca ficar sem dinheiro

Atualizado em fevereiro 6, 2025 | Autor: Michelle Verginassi
11 maneiras de organizar as finanças pessoais de forma eficaz

Você conhece as melhores maneiras de organizar as finanças pessoais?

Então, se você está no vermelho e não sabe como sair dessa, saiba que é porque se descuidou das finanças.
Dessa forma, ter controle financeiro pessoal é a forma mais básica de cuidar do seu dinheiro.
Você precisa conhecer sua renda, seus gastos e saber para onde está indo seu dinheiro
Sem isso, a tendência é acabar negativado ou no fundo do poço.
Por este motivo, se você quer sair do vermelho ou mesmo ver sobrar dinheiro para investir, leia este post.
Vamos te apresentar 11 maneiras eficazes de como organizar as finanças pessoais neste post.

Conheça as 11 maneiras de organizar as finanças pessoais

Então, para você começar 2022 com o pé direito, vamos te dar dicas valiosas de como cuidar das suas finanças.
Ou, se você nem quer esperar tanto, quer começar já, vamos trazer as 11 maneiras eficazes de como organizar as finanças pessoais.
Assim, você pode implantar ainda este ano e fechar 2021 com dinheiro no bolso.
Assim, quem sabe, você não começa o Ano Novo com tudo em dia para ser o ano mais próspero da sua história!?

Sendo assim, vamos parar de conversa e vamos logo para as 11 maneiras, confira a síntese:

11 MANEIRAS DE ORGANIZAR AS FINANÇAS
1 Conheça sua renda
2 Saiba qual é seu custo de vida
3 Conheça suas despesas extras
4 Livre-se das dívidas
5 Divida seus gastos por tipo
6 Veja onde é possível economizar
7 Aprenda a comparar preços
8 Repense sua lista de desejos
9 Limite seus gastos cotidianos
10 Defina metas para economizar
11 Reserve dinheiro para as despesas anuais

1) Conheça sua renda

O primeiro passo é bastante importante, afinal, se você não conhecer sua renda, você não saberá onde está pisando.
Mas aí está um erro clássico: pensar na sua renda como se fosse o valor do seu salário.
Você precisa levar em consideração todos os descontos de impostos e plano de saúde como descontos.
Mas também precisa colocar como renda todos os seus rendimentos e benefícios, mesmo que não sejam mensais.
Depois disso, tendo seu salário ou rendimento líquido, aí sim, podemos começar a conversa.
É este valor que, na verdade, é a sua renda. Essa é a sua renda total. Ponto.

2 – Saiba qual é seu custo de vida

O segundo passo é descobrir quanto você gasta todos os meses.
Você precisa pensar em todas as suas contas, todos os seus boletos, aqueles que você paga todos os meses.
Liste todos os seus custos fixos como aluguel, luz, água, internet, telefone e outros.
Qual é o valor médio de todas essas contas no mês?
Depois de fazer a soma, anote este número. Este valor será o seu custo de vida mensal.
Por isso, é importante calcular quanto é esse valor e tê-lo claro em sua mente.

3 – Conheça suas despesas extras é uma das maneiras de organizar as finanças

Então, chegamos ao item 3 e agora você já sabe qual é sua renda e quais os custos fixos.
Então, chegou a hora de identificar aquelas despesas extras, que, às vezes, é onde estão seus maiores gastos.
Por isso, você precisa anotar tudo.
Tome nota de todos os gastos do cotidiano, desde o cafezinho até a cervejinha do final de semana.
Vai por mim, são estes gastos imprevisíveis os que corroem a sua renda.
Ao anotar mês a mês estas despesas, você vai ver que, na média, o valor é quase o mesmo, todos os meses.

4- Livre-se das dívidas

Deixamos as dívidas para falar apenas aqui por este motivo.
O ideal seria falarmos das dívidas lá acima, no item 1, afinal, antes de qualquer planejamento financeiro é importante você saber o tamanho da sua dívida.
Mas deixamos para falar aqui, justamente porque você pode estar se endividando sem saber.
Talvez, ao fazer a subtração da renda pelos seus custos e despesas, você tenha percebido que, todo mês, fecha as contas no vermelho.
Desta forma, você está se endividando mês a mês.
Então, some todas as suas dívidas e anote este valor.

5 – Divida seus gastos por tipo

Em um dos itens anteriores, falamos dos gastos.
Depois de identificar seus gastos, você precisa separá-los por tipo.
Isso vai te ajudar a entender quais são os gastos supérfluos e onde você está gastando mais dinheiro.
Ao separar os gastos por tipo, você vai saber onde está indo parar a sua grana.
Por exemplo, você pode separar os gastos com alimentação, com transporte, com manutenção da casa e com lazer, entre outros.
E aí você vai se dar conta que pode estar gastando muito com determinada coisa, seja com lazer, com roupas ou para manter a casa.

6 – Veja onde é possível economizar

Então, ao reduzir estes gastos, você vai fazer sobrar mais dinheiro.
Ou quem sabe, uma boa caminhada, que até fará bem.
Gostou do exemplo? Então, já quer saber quais outros gastos você pode evitar?
Quem sabe você esteja gastando muito em alimentação.
Neste caso, você precisa avaliar se o gasto é alto em supermercados, em almoços do trabalho ou em jantares de lazer no final de semana.
Mas, às vezes, nem precisa cortar nada, basta aprender a comprar bem.
Como assim? É o que veremos a seguir.

7 – Aprenda a comparar preços

Um dos grandes vilões dos gastos excessivos é o hábito de não olhar preços.
E não comparar os preços do que se consome.
Muitas vezes, as variações de preço entre um estabelecimento e outro são altíssimas.
E, às vezes, tem grande variação dentro do próprio supermercado ou da própria loja. É só trocar de item, de produto ou de marca.
A dica de ouro é não ‘se apaixonar’ pela palavra promoção.
Nem tudo o que está em promoção deve ser comprado, às vezes, é melhor perder esta.
O que é barato, às vezes, acaba sendo caro, se você não precisar deste item e só comprar porque está na promoção.

8 – Repense sua lista de desejos, uma das principais maneiras de organizar as finanças

Outra dica de ouro é evitar as compras por impulso.
Você pode começar criando uma lista antes de ir ao supermercado, por exemplo.
Assim, você não se deixará seduzir pelo cartaz da promoção do dia.
Outra forma é criar e analisar a lista de desejos.
Isso vai fazer você perceber que há outra necessidade mais importante, que você não conseguiria suprir se tivesse comprado a primeira coisa que desejou.

9 – Limite seus gastos cotidianos

Assim como criar metas para economizar, você deve criar metas de gastos.
Defina um valor máximo por mês que pode ser pago por cada tipo de despesa.
Lembra das categorias que você criou naquele tópico anterior?
Pois bem, faça uso delas.
Uma sugestão é estipular sua meta para gastar um percentual em cada categoria.
Por exemplo, em gasolina, no lazer, com alimentação e assim por diante.
Digamos que você esteja gastando R$ 600 em gasolina, então, você pode estipular uma meta de R$ 500 por mês.

10 – Defina metas para economizar

Estamos chegando ao final da lista das 11 maneiras de organizar as finanças, então, este é um ponto muito importante para um bom controle financeiro.
A economia não pode ser apenas “um dinheiro que sobrou no fim do mês”.
Economizar é um hábito. Você precisa poupar para sobrar. E, com a sobra, então, investir.
Desta forma, você pode então definir uma quantia mensal para guardar.
Para os gurus da internet ou consultores financeiros, o conceito do “se pagar primeiro” faz muita diferença.
Em que consiste isso? É simples: quando receber seu salário, separe uma parte para poupar e investir.

No livro “O Homem Mais Rico da Babilônia”, o personagem principal, Arkad, aprende que a cada 10 moedas, precisa guardar uma. Ou seja, 10%.
E isso foi a mola que levou o protagonista a ser o homem mais rico da Babilônia.

11 – Reserve dinheiro para as despesas anuais

Chegamos ao final da lista e agora é hora de desmistificar algo muito importante.
Um erro comum no planejamento financeiro é considerar apenas os gastos mensais e esquecer dos gastos anuais.
Você sabe, IPTU, IPVA e seguros precisam ser pagos, mas ‘o boletinho destas contas não estão ali’, todos os meses.
Por isso, essas despesas acabam virando um grande problema quando não são previstas, é aí que muitos se afundam no cartão de crédito.
Desta forma, é importante reservar dinheiro para essas despesas o quanto antes ou guardar uma quantia todo o mês para pagar estas contas.
Muitas pessoas chamam essa economia de Reserva de Emergência.