Depois de cair 45% em um mês, o Ibovespa subiu 83% em oito meses e voltou aos níveis pré-pandemia em dezembro. Agora o índice já está na casa dos 120 mil pontos.

Este sobe e desce da Bolsa de Valores não é para qualquer um. Tem gente que chega a ter vertigem ao ver os gráficos, principalmente se deixou de aportar em algum papel que valorizou ou se está vendo seu dinheiro virar pó.

Para quem não tem estômago para o mercado financeiro, mas busca investimento mais rentável, os fundos de investimentos são uma boa saída.

Isso porque você entra apenas com o dinheiro, você aporta apenas o capital e o gestor do fundo fará o trabalho por você. Ponto final.

Você não precisa entender tanto, apenas tem que refletir sobre o seu perfil e deixar o trabalho ser feito por quem entende.

Essa estratégia é definida pelo gestor do fundo.

Os melhores fundos tendem a ser os que têm os gestores mais bem-preparados. São eles os responsáveis pelo sucesso ou não de um fundo de investimento.

Se esta é a sua dúvida, se você não sabe por onde começar, preparamos esse post para te ajudar a encontrar os melhores fundos de investimentos.

Tudo de acordo com os seus objetivos financeiros e com o seu perfil.

 

Saiba quais são os principais fundos de investimentos

Existem dezenas de tipos de fundos de investimentos.

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Mas há três grandes categorias de fundos no mercado: renda fixa, renda variável e fundos multimercados.

Estes últimos misturam estratégias de renda fixa e renda variável. Já o investimento em ações é considerado renda variável.

Fundo de investimento é uma aplicação que reúne recursos de diversos investidores, os cotistas.

O total investido por todos é aplicado em tipos de ativos variados com o objetivo de render juros. Esses ativos são escolhidos com base no perfil, que vai de conservador, moderado ou agressivo.

O gestor recebe uma taxa de administração pelo trabalho feito e ele que faz todo o trabalho.

Conheça um pouco mais sobre cada tipo de fundo antes de tomar sua decisão, levando em conta, de novo, seu perfil de investidor e objetivo de investimento:

Também é importante que você fique atento às características, como a liquidez do fundo, rentabilidade, taxas e ao tipo de estratégia.

 

Conheça os fundos de renda fixa

Têm pelo menos 80% da carteira composta por títulos do governo ou títulos privados emitidos por empresas.

Estes fundos são indicados para investidores mais conservadores. Ou também se você quer deixar o capital investido por menos tempo, já que as cotas não desvalorizam no curto prazo.

Nestes fundos, o rendimento acompanha a Selic, mas alguns podem oferecer uma rentabilidade maior.

 

Saiba o que são os fundos multimercado

Estes fundos são uma miscelânia, uma salada de opções que podem te interessar bastante, até porque são intermediários no risco e na rentabilidade.

A estratégia aqui inclui diversos tipos de ativos, de ações a moedas estrangeiras, derivativos e até renda fixa.

São mais arriscados do que os de renda fixa, mas normalmente tem melhor rendimento que eles, até porque, as taxas oscilam mais e tem prazo de resgate maior.

É indicado para investidores de moderados a arrojados para investimento de médio e longo prazo.

 

Entenda os fundos de renda variável, o fundo de ações

Os fundos de ações investem cerca de 67% de seus recursos em papéis negociados na bolsa de valores.

Como se vê, são mais arriscados de todos os três que estamos citando.

Por outro lado, têm potencial de rentabilidade bem maior do que ambos.

Nem precisamos dizer, mas não custa nada reforçar: são recomendados para investidores arrojados.

E também para quem não vai resgatar logo, para quem vai deixar o capital lá por um longo prazo. Isso é importante citar porque normalmente a valorização maior ocorre no longo prazo.

 

Entenda o que você precisa saber antes de investir em um fundo

 

Você já sabe que retorno passado não é garantia de rentabilidade futura.

Como investidor, esta é uma das primeiras lições.

Mas sempre é importante verificar o retorno histórico do fundo, que é anunciado pelo fundo na plataforma da corretora.

Mas antes disso, você precisa saber qual é o seu perfil. Se você tem estômago para o sobe e desce da bolsa, se você é mais arrojado, mais conservador ou moderado.

Seu perfil de risco ajuda a definir o tipo de fundo e a categoria ideal para você.

E isso, vai por mim, vai evitar muita dor de cabeça lá na frente. Para você e para os gestores do fundo.

 

O Top 5 dos critérios antes de você tomar a decisão

Como existem muitas categorias e as mais variadas opções de fundos no mercado, trouxemos um checklist para você analisar com calma

Conheça alguns critérios que devem ser observados antes de escolher o que fazer com seu dinheiro e onde aportar.

Histórico e gestão – Você precisa analisar a estratégia, a gestão e o histórico. Esse é um dos meios mais eficazes de verificar a consistência dos resultados que são entregues pelo gestor. O ideal é analisar o que rendeu nos últimos três anos.

Aplicação inicial – Existem fundos que permitem aplicações de R$ 100. Mas há  fundos com bons retornos que exigem de R$ 500 a R$ 1.000.

Prazos e valores – Analise o prazo de carência e o valor mínimo para saque, para não sair perdendo.

Tributação – Dependendo do tipo, os fundos de investimentos podem ter tributação diferente, que vai de 15% a 22%.

Diversificação – Quanto mais recursos aplicados, maior deve ser a diversificação. Isso traz rendimento sem maior risco.