Brasil alcança 5ª posição em adoção de criptos no mundo
Cresce o uso de criptos e também de golpes digitais, portanto, muito cuidado
O Brasil alcançou 5ª posição em adoção de criptos no mundo.
Conforme um relatório divulgado, o país é líder absoluto na América Latina nesse assunto.
A gente sabe que o mercado de criptomoedas no Brasil passou por uma verdadeira revolução, contudo, o resultado do levantamento impressiona.
Entre 2020 e 2024 os brasileiros movimentaram mais de R$ 505 bilhões em criptoativos.
As informações são da consultoria Chainanalysis, que revelou outras informações importantes sobre o assunto, então, vem conferir neste post.
Brasil alcança 5ª posição em adoção de criptos no mundo
As informações oficiais da Receita Federal comprovam o que foi anunciado no levantamento.
Para você ter ideia, o mês de dezembro de 2024 foi o mês de maior volume da história dos ativos digitais.
Segundo a RFB, foram R$ 52 bilhões declarados em operações.
Por outro lado, a Chainanalysis estima que US$ 51,3 bilhões foram decorrentes de fraudes ou golpes ao longo de 2024.
Ou seja, a ascensão do Brasil para a 5ª posição global em adoção de criptoativos é um fato.
Mas, essa conquista, que posiciona o país na vanguarda da criptoeconomia no continente, também traz a preocupação sobre o crescimento dos golpes digitais.
Apesar disso, sabe-se que o futuro financeiro será cada vez mais descentralizado e, neste cenário, o Brasil assume um papel de liderança inquestionável.
O que diz o relatório
Este relatório anual da Chainalysis avaliou 151 países.
O levantamento considera o volume movimentado e o impacto real das criptos no dia a dia da população.
Sendo assim, o Brasil ficou atrás apenas de Índia, EUA, Paquistão e Vietnã.
Além disso, superou Nigéria, Indonésia, Ucrânia e Reino Unido, que são mercados relevantes nesse assunto.
As informações são recentes e constam no relatório desta renomada consultoria internacional.
Sendo assim, é um marco histórico para o Brasil.
Além disso, o relatório não se baseia apenas no volume financeiro, como falamos, mas em como Bitcoin, Ethereum e as stablecoins impactam no cotidiano dos habitantes do país.
Dessa forma, podemos dizer que os ativos virtuais no Brasil não são um modismo passageiro.
A movimentação divulgada pela Receita mostra a solidez do setor, colocando o Brasil como líder absoluto na América Latina.
Entenda sobre a adoção de criptos no mundo
A entrada do Brasil no top 5 global mostra que há uma demanda por soluções financeiras digitais, que seja, de fato, simples para fazer parte do dia a dia.
Mais impressionante do que estar atrás somente de Índia, EUA, Paquistão e Vietnã, o relatório mostra como o Brasil superou mercados historicamente relevantes no assunto cripto.
Sendo assim, para analistas do mercado, este resultado vem de uma conjunção de fatores domésticos e globais, entre eles, a instabilidade da economia do país.
Como você deve imaginar, muitos brasileiros buscam nos ativos digitais uma saída estratégica para proteger seu poder de compra – ou seu patrimônio.
Além disso, Bitcoin e Ethereum atraem investidores mundo afora pelo seu potencial de valorização.
Mas, nem só destes dois vive a a economia cripto, pois muitos varejistas estão lançando suas stablecoins, que são moedas digitais pareadas ao dólar.
Neste cenário, podemos citar USDT e USDC, que embora não pertençam a varejistas do e-commerce, ajudam a preservar o valor, pois são pareadas ao dólar americano.
Além disso, a posição do Brasil mostra o crescimento das fintechs, que criaram um ambiente digitalizado, muitas vezes, ofertando investimentos em criptos.
E isso, de certa forma, também ajudou a divulgar a economia das moedas digitais.
Ou seja, o brasileiro incorporou as criptomoedas em sua vida diária de forma natural e, mesmo que poucos paguem o cafezinho com BTC, o uso das criptos é cada vez mais comum.
Brasil alcança 5ª posição em adoção de criptos no mundo
O estudo internacional dedicou uma atenção especial à credibilidade e o volume do mercado brasileiro.
Ou seja, fundos de investimento, gestoras de ativos e grandes bancos demonstram uma confiança crescente no setor.
Dessa forma, este movimento de grandes players institui uma nova camada de legitimidade, o que, de certa forma, dá garantias ao consumidor.
Mas, a euforia pela ascensão cripto precisa andar lado a lado com a cautela.
Sim, há um grande volume de dinheiro em circulação e, por isso, os golpes também se proliferam no mercado cripto.
Ou seja, o ecossistema digital global registrou, em 2024, um volume estimado de US$ 51,3 bilhões decorrentes de fraudes e golpes.
Dessa forma, este número vale como alerta, ou seja, se você não entende de ativos digitais não mergulhe neste mercado para não ser a próxima vítima.
Sendo assim, tome algumas precauções para preservar suas moedas digitais, como sempre confirmar a autenticidade das plataformas.
Além disso, o mercado de criptoativos exige um nível de conhecimento técnico, por isso, invista na sua educação financeira e também para aprender sobre criptomoedas.
Outra boa dica é evitar promessas de lucros fáceis e rendimentos irrealistas – afinal, isso é coisa de pirâmide.
Ou seja, não adianta correr para o mundo critpo para fugir da instabilidade econômica e cambial, se você não dará passos seguros.