Quem trabalha com comunicação na internet sabe que as técnicas de SEO são importantes.

Mais do que isso, são fundamentais para o jornalismo. Por vezes, empregar estas técnicas é até mais importante do que o conteúdo em si.

É como aquela história, não adianta você ter um tesouro se não tem o mapa para encontrá-lo. É preferível ter menos dinheiro, mas ele estar a sua disposição, não é. Ou seja, melhor um pássaro na mão do que dois voando.

Pois é, as técnicas de SEO fazem isso, elas são o mapa, elas trazem o leitor para o seu site ou blog.

De nada adianta um conteúdo primoroso e bem escrito, se ele não for “amigo” do Google.

Estes sites de buscas, em um exemplo hipotético, colocam seu texto embaixo do braço e vão de porta em porta para mostrá-lo a todo mundo.

Se não dá para ter as duas coisas, ter um ótimo conteúdo e ter técnicas de SEO no mesmo texto, é melhor optar por um deles.

É preferível, então, ter um conteúdo não tão primoroso, mas ter alguém levando seu conteúdo a todas as esquinas para “vendê-lo” para você. É isso que você acha? Bom, só tenho a dizer que o golpe esta aí, cai quem quer.

Mas se você também pensa assim, preste atenção: há um “detalhe” bem importante.

Geralmente, bom conteúdo e técnicas de SEO andam juntos e, juntos, vão mais longe. Atente a isso!

Então, para trazer um pouco mais de clareza neste assunto, preparamos este post com algumas técnicas que vão ajudar seu conteúdo a encontrar o seu leitor. Vamos lá?

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Porque conteúdo relevante é a melhor técnica de SEO

Conteúdo relevante é o carro-chefe para o Google ranquear a sua página entre as primeiras posições.

Mas este texto não vai estar lá, no topo da busca do site criado por Larry Page e Sergey Brin se você não tiver conhecimento das principais técnicas de SEO.

E quais são estas técnicas? Onde está este manual para “fazer bonito” na internet?

Sabe o que é curioso? É que não há muitos artigos ou vídeos falando sobre estas técnicas.

É como se quem trabalhasse com isso não quisesse entregar o mapa do tesouro.

O que isso implica? Onde está o problema?

Acontece que não há botão mágico, pois o algorítimo vai mudando.

Então, é importante que todos deixei sem mapa da mina visíveis para que outros ajudem a  aprimorar, como se fosse um sistema beta, sempre em desenvolvimento.

 

Saiba o que são técnicas de SEO

Pois é, falamos muito e dissemos pouco.

Se você ainda está em dúvida, SEO quer dizer ‘Search Engine Optimization’. Em bom português, é o conjunto de estratégias de otimização de um site.

São estas regrinhas que ajudam a melhorar a sua posição na busca orgânica de sites de busca, como o Google, cujo objetivo é “organizar a internet” para tornar todo conteúdo acessível a quem o busca!

 

É o exemplo hipotético que citamos acima: a ferramenta de busca é quem entrega seu conteúdo para mais gente, igual ao vendedor que leva sua publicação para divulgar e vender na esquina da praça.

Como você pode ver, SEO para jornalistas é como a Bíblia para o religioso.

É este SEO que coloca seu conteúdo na vitrine. Depois desta explicação, vamos analisar quais são essas vantagens:

Visibilidade: as primeiras posições no Google ganham mais visibilidade. E, para estar lá, você precisa empregar estas técnicas.

Tráfego orgânico: além de serem as mais vistas, estando lá no topo do Google, estas notícias são as mais clicadas, terão mais leitores. Sem custo algum!

Rankeamento: este é o grande segredo. O algoritmo é tão inteligente, com seus critérios de classificação, que busca em segundos quais os sites que oferecem a melhor experiência ao usuário que está lá digitando a palavra-chave.

 

Saiba como ser bem rankeado no Google

Mais uma vez, não há botão mágico, mas uma série de coisas que você precisa levar em conta.

SEO para jornalistas ou qualquer produtor de textos na internet pede que você tenha sempre textos com informações completas, conteúdo original, fonte confiável, site rápido, e assim por diante.

Algumas dicas básicas de técnicas de SEO para ajudar o Google a compreender melhor seu conteúdo e disponibilizá-lo a um público maior:

– Links na home do site – Estes links de notícias recentes avisam ao Google que tem conteúdo novo no ar.

– Insira ‘links’ em seu texto –  Eles levam o leitor para outros textos sobre o mesmo assunto no seu site ou até mesmo para outros sites de maior relevância, aqueles líderes de mercado.

Assim, o Google entenderá o relacionamento e a sua preocupação com o leitor, e fará subir seu rankeamento pela sua relevância, ajudando a indexar o seu conteúdo.

– Cuidado com a cópia – O Google vai reduzir o rankeamento de páginas que têm conteúdo plagiado.

Mesmo que não seja plágio, a reprodução de textos e imagens pode ser considerada conteúdo duplicado  e prejudicar o SEO.

 

Entenda porque você precisa esquecer o jornalismo do passado

No jornalismo impresso de antigamente era comum o “floreio”.

É um termo em desuso, mas que significa que o profissional se preocupava com um texto bonito, com rodeios para entreter o leitor.

A realidade é outra, o leitor não tem mais tanto tempo e na internet, a concorrência é grande, senão, em um piscar de olho o leitor já trocou de tela.

Desta forma, quando o jornalista recebe uma pauta, ele tem que entender que o leitor do jornal impresso não é o mesmo da internet.

E que este leitor não tem mais o mesmo tempo. Viajando no tempo, ao passado, é como se a tua matéria do seu jornal estivesse sobre a mesa deste leitor, junto com mais dezenas de outros jornais impressos com a mesma reportagem, disputando a atenção dele para ver qual delas ele vai ler.

Além disso, ele poderia não gostar de nenhuma e preferir, hipoteticamente falando, ligar o rádio em vez de ler jornal.

Então, é papel do novo jornalista é entender as principais técnicas de SEO.

Desta forma, seu texto será exibido no Google através de uma palavra-chave, que seja a isca e o link para trazer o leitor para sua página.

Vamos trazer algumas dicas simples para te ajudar a engajar mais e trazer mais leitor para seu site ou blog.

Palavra-chave

Escolha a palavra-chave. Gaste tempo escolhendo a palavra certa e ao escolher, priorize por aquela que as pessoas pesquisam no Google.

Dentro do seu assunto, escolha a palavra-chave mais buscada no Google, por exemplo: como emagrecer através de…

Este “como emagrecer” você precisa colocar no título (manchete), na descrição, no texto, nos sub-títulos ou inter títulos.

Precisa repetir para que o Google ou as demais ferramentas de buscam entendam que, de verdade, você está entregando o que propôs, que é “como emagrecer” através disso ou daquilo.

Mas não exagere! Tudo o que é demais, enjoa, não é mesmo? As palavras-chave não devem ser repetidas várias vezes para forçar o rankeamento.

 

Palavra-chave na manchete

O seu título, a sua manchete, tem que conter a palavra-chave e não ser extenso, ficar no máximo em 60 caracteres.

O título da página é o principal elemento que o site de busca confere para entender o assunto de uma página.

No jornalismo, o título corresponde à manchete da notícia.

 

Descrição entre texto e título:

A descrição é fundamental, pois é ela que ‘linkará’ o título ao texto, informando o leitor do que ele encontrará no texto. Ela também tem que chancelar o conteúdo, avalizar, daí a necessidade de repetir a palavra-chave.

 

Sub-títulos:

Os textos precisam ter títulos e sub-títulos. Além de facilitar a leitura do visitante, ele ajuda o Google a entregar o teu conteúdo.

 

Frases curtas:

É bem importante que seu texto tenha frases curtas. Se no jornal ou na revista impressa, aquele blogo de texto, chamado “tijolão” já espantava o leitor, imagina na internet.

Priorize, então, quebrar a frase, o seu raciocínio em mais de uma oração, inserindo mais pontos, sem grandes blocos de texto.

 

URL amigável:

Aí está um segredinho importantíssimo. Não esqueça jamais de colocar sua palavra-chave na url, é mais um fator que o Google busca para chancelar seu conteúdo antes de indexar a página, ou seja, antes dele entregar seu conteúdo ao leitor que está procurando nas buscas.

 

Cuidado com imagens:

Sabe a legenda da foto do jornal ou revista impressa? Nem sempre ela transcreve o que aparece na imagem, certo?

Mas na internet ela precisa cumprir esta função. É crucial que o nome do arquivo da foto e a url da imagem descrevam exatamente o que contém na imagem, usando também as palavras chaves.

Lembre-se que o Google não lê imagens, então, seja amigo dele e com certeza ele vai retribuir, indexando mais seu conteúdo.

 

Três ferramentas que são iguais ao velocímetro do seu carro

Algumas ferramentas do Google que você precisa ter sempre a mão, pois vão nortear o bom trabalho.

Confira estas quatro ferramentas do maior site de buscas do mundo tão importantes quanto você acompanhar os marcadores do painel do se veículo, a exemplo do velocímetro:

Google Trends: mostra os assuntos mais comentados e os mais buscados na internet. Dispensa explicações.

Google Adwords: aqui você pode descobrir a palavra central da sua matéria e a quantidade de pessoas que pesquisam por esta palavra. Exemplo: as pessoas procuram por Sars Cov, covid 19, coronavírus ou pandemia do coronavírus?

Google Analytics: esta ferramenta é o velocímetro do seu carro. Ela mostra quantas pessoas estão lendo ou visitando seu site, por postagem, quanto tempo ficam em cada uma, de onde vêm e assim por diante.

Google Search Console: é o melhor amigo do SEO, ajuda a identificar problemas de rastreamento, URLs bloqueadas, erros de servidor e outros.