Erros mais comuns de quem começa a investir em janeiro
Os erros mais comuns de quem começa a investir sem entender do mercado podem arruinar os planos de quem inicia o ano motivado.
Não é tão difícil assim cair nas armadilhas financeiras, entre elas, as decisões por impulso e a falta de planejamento são as que mais atrapalham o sonho do novo investidor.
Mas, só de sonho não se faz um investidor de sucesso, é preciso que ele seja guiado pela técnica e planejamento, do contrário, os prejuízos também virão rápidos.
Não sei se você sabe, mas o primeiro mês do ano registra um pico de abertura de contas em corretoras.
Pena que muitos acabam perdendo a motivação na primeira oscilação do mercado ou no primeiro boleto de imposto que chegar.
Sendo assim, para não perder a motivação – e nem seu dinheiro investido – conheça os erros mais comuns de quem começa a investir em janeiro.
Os erros mais comuns de quem começa a investir
Investir, hoje, no Brasil, exige pés no chão.
Sim, a tecnologia pode ajudar, mas não fará milagres.
Então, se o seu objetivo é começar a investir nesse mês, não deixe que a volatilidade e as promessas de “lucro fácil” sejam armadilhas para o seu sonho.
O mercado de renda variável, como diz o nome, vai ser variável e sofrer oscilações, então, por este motivo, é importante estudá-lo.
Sendo assim, para ajudar você a navegar por este mar e não cair em armadilhas, vamos listar os erros mais comuns de quem começa a investir em janeiro.
Quem sabe, esse será o primeiro passo para garantir que você não vai tropeçar logo de cara e perder a motivação – e o dinheiro.
Então, antes de apontarmos os erros mais comuns, anota uma dica importante: não tenha pressa para enriquecer.
Ou seja, tenha pressa para aprender o mercado financeiro, em estudar os juros compostos e o “milagre” que fazem, mas entenda que quanto mais afoito você for, mais perto de alguma armadilha você estará.
Outra dica? Anota aí: o mercado recompensa a paciência e a disciplina. Ponto.
Entre os erros mais comuns, a falta de criar uma reserva de emergência
Sabe qual é, sem dúvida, o erro número um de janeiro de quem começa como investidor iniciante?
Empolgado em investir e ver a grana render, o primeiro erro de muitos é colocar todas as economias para render.
Mas, aí, ao escolher investimentos e ativos sem liquidez, ou na renda variável, fica sem nada de “reserva”.
E quando você aloca todo o seu dinheiro em algo que “tem prazo” (não tem liquidez) você fica sem dinheiro, então, quando aparece uma emergência financeira, como é que faz?
Dica do que NÃO fazer antes de investir
O principal erro é quando você esquece que janeiro é o mês mais caro do calendário brasileiro.
Então, coloca todas as suas economias para render, mas quando aparecem os boletos do IPVA e IPTU ou do material escolar, não tem dinheiro para nada.
E aí, a saída é pedir dinheiro emprestado ou procurar crédito no banco ou, ainda, na pior das hipótese (e a mais usada) cai no rotativo do cartão porque gastou demais.
Sendo assim, fuja do primeiro dos erros mais comuns de quem começa a investir que é não criar sua reserva de emergência.
E, por falar em reserva de emergência, aloque a grana em algum ativo com liquidez diária, como algum CDB ou título do governo – e não zere seu fluxo de caixa.
Veja a lista dos erros mais comuns de quem começa a investir em janeiro
Com o bombardeio de informações sobre criptomoedas, sobre ações e mais as “dicas quentes” de algum guru da internet, não é tão difícil cair em ciladas.
Dessa forma, para você não cair em desgraça ou meter os pés pelas mãos, vamos te ajudar com a lista dos erros mais comuns de quem começa a investir em janeiro.
Sendo assim, confira algumas dicas que vão te ajudar a preservar o dinheiro e não cair em ciladas agora que você, finalmente, começou a investir e entrou para o mercado dos investidores, saindo da ala dos gastadores. Confira:
1- Veja 3 dicas sobre reserva de emergência
1-Antes de qualquer investimento, crie sua reserva de emergência, que vai ser o seu colchão de segurança financeira.
2- O objetivo dessa reserva não é a alta rentabilidade, mas sim a liquidez e a segurança. E ponto final.
3- Para te dar o caminho, antes de criar sua reserva, pesquise sobre o Tesouro Selic ou um CDB de algum banco sólido, mas com resgate imediato.
2- Confira porque não confiar em “dicas quentes”
1-Muita informação gera desinformação financeira, então, não siga as “dicas quentes”.
2-Veja qual o seu perfil como investidor (se moderado ou arrojado) e qual sua meta financeira (de curto a longo prazo).
3-A melhor estratégia é buscar conhecimento e entender sobre o mercado financeiro antes de qualquer coisa.
3- Rendimentos acima da inflação
1-Cuide com investimentos que oferecem bom retorno, mas pagam IR e taxas, pois alguns, no frigir dos ovos, rendem abaixo da inflação.
2-Pesquise e se informe, antes, para saber se o dinheiro está crescendo, e, se, de fato, está rendendo acima da inflação.
3-Ou seja, se o seu investimento rende 10%, mas a inflação do período é de 6%, seu ganho real foi de apenas 4%. É isso que vale!
4- A diversificação para não cair em cilada
1- Jamais coloque todos os ovos na mesma cesta, então, mesmo com otimismo sobre algum ativo, não esqueça de diversificar.
2-Se você colocar todo o seu capital em um único ativo, está se expondo ao risco.
3-Ao espalhar seu dinheiro entre renda fixa, ações, fundos imobiliários e até investimentos no exterior, você reduz as chances de perdas maiores.
4- Pense sempre no médio ou longo prazo, pois é ali que os juros compostos e as boas escolhas farão a diferença. Lembre-se que investir não é uma corrida de 10m rasos, mas uma maratona.
5- Então, por fim, pesquise sobre as taxas das corretoras e os impostos sobre o rendimento, lembrando sempre da tabela regressiva do IR, ou seja, quanto maior o prazo, menos imposto você pagará.