Mais de 500 dias que o Brasil convive com um vírus mortal que dizimou grande parcela da população mundial. Parece coisa de filme, né? Hospitais lotados, ruas vazias e todos os canais da televisão abordando o mesmo assunto: COVID-19.

O mundo parou. De cabo a rabo, gente de todo lugar, todos tiveram que se adaptar ao novo normal. Todas as profissões, comércio, hospitais, meios de comunicação… Como muitos dizem, foi uma evolução tecnológica e digital de cinco anos em um só.

Tudo muito rápido. De repente, o WhatsApp Business foi usado por quase todo mundo; o TikTok virou febre mundial e o Instagram atualizando suas métricas e algoritmos de forma acelerada. Todos tiveram que se adaptar. Tudo em prol de continuar a exercer suas funções mercadológicas para não passar fome — o que aconteceu com muita gente também.

Muitas pessoas perderam seus empregos e não tiveram condições de imergir ao mundo virtual. O que agravou muita coisa, principalmente no Brasil. Foi tipo uma bola de neve, sabe? Muita coisa de ruim acontecendo ao mesmo tempo, e, quando se viu, a bomba caiu no colo de todos.

Home office: uma relação de amor e ódio

Além da máscara no rosto, álcool em gel na bolsa e um metro e meio de distância, outras regras foram impostas aos cidadãos em virtude da pandemia. Muitas profissões sofreram alterações neste período, tanto boas quanto ruins. De acordo com uma pesquisa realizada pela Mobills (startup de gestão de finanças pessoais), os principais aplicativos de entregas focados no delivery de comida, por exemplo, cresceram 94,67% durante o período de reclusão social.

Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o uso da internet para compras e contratação de serviços aumentou significativamente de 2019 para 2021. O agravamento da pandemia da COVID-19, o fechamento de lojas e também o isolamento social implicaram na migração do consumo diário para o consumo à distância, ou seja, virtual.

Com o home office, as coisas ficaram bem diferentes para todos. Apesar de poder acordar um pouquinho mais tarde, trabalhar de pijama ou debaixo das cobertas, afofar o travesseiro e nem precisar passar maquiagem, nem tudo são flores, né?

Essa adaptação não foi tão boa para todo mundo, não. Até porque, imagina fazer uma reunião com os cachorros latindo, o gato subindo no teclado e apertando um monte de letra aleatória, as crianças chorando, o vizinho fazendo reforma… parece um caos dentro de casa!

Junto com isso ainda tem o bônus daqueles quilinhos a mais, adequar o escritório em casa, acordar mais tarde, se regrar com os horários e a lista de afazeres… são muitas adaptações, de todo lado tem uma!

O lado bom é que, desse jeito, foi possível aprender bastante coisa voltada para o meio virtual, que convenhamos, é o futuro.

E para você, essa adaptação foi boa ou ruim? Conta para a gente quais foram os principais perrengues e as melhores vantagens de trabalhar de casa durante essa pandemia.