O maior erro nas finanças pessoais não está no que você faz, mas no que você ignora
Veja estratégias para colocar suas finanças nos trilhos
O maior erro nas finanças pessoais não está no que você faz, mas no que você ignora.
Não adianta fazer controle financeiro e deixar os pontos cegos atrapalharem o seu planejamento financeiro.
Da mesma forma, há outras questões que podem destruir seu patrimônio muito mais rápido do que qualquer extravagância de gastos eventuais.
Como você já deve saber, a maioria dos manuais de educação financeira manda anotar os gastos, economizar no supermercado e ter rédea curta nas finanças.
Mas, a saúde do seu bolso não depende somente disso, mas, de uma questão mais sutil e que muitos ignoram. Então, vem conferir se você está no caminho certo.
O maior erro nas finanças pessoais
Você é daquela geração que pensa que tem controle das finanças porque anota gastos e mantém planilha de controle do orçamento?
Já é um bom começo, mas não é só isso que importa, pois não adianta ter tudo na ponta do lápis e não cuidar de fatores invisíveis que corroem o poder de compra.
Sim, o perigo pode estar no que não está sendo visto na sua planilha ou app.
Dessa forma, o ATW preparou este post para avaliar os principais “pontos cegos” financeiros que atrapalham o seu bolso.
Vem conferir informações importantes sobre a inflação, a negligência da gestão, os fatores de risco e o que mais importar para as suas finanças.
O que o IPCA não tem conta sobre os erros nas finanças pessoais
O erro mais comum é basear seu planejamento é não dar bola para a inflação.
Ou seja, para ver se o seu dinheiro está valorizando ou não, não adianta ver somente os índices oficiais de inflação.
Por exemplo, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) é uma média nacional, mas nem sempre você deve ter ele como base.
E isso ocorre porque ele nem sempre reflete o impacto real no seu custo de vida.
Então, saiba que ignorar os reajustes de preços (ou a inflação) nos serviços que você consome é um erro fatal.
Ou seja, se você utiliza app de transporte, de delivery, streaming e outros, inflação que impacta o seu orçamento pode ser maior que a inflação medida pelo governo.
Desse modo, isso pode gerar um descompasso, pois você pode ser levado a pensar que está poupando e seu capital está crescendo, mas…
Mas, na verdade, seu poder de compra está encolhendo mês após mês.
Sendo assim, antes da gente entrar no assunto para valer, a primeira lição é entender o custo de vida e a inflação.
Da mesma forma, manter dinheiro parado ou em investimentos que não superam a inflação, de fato, é o mesmo que rasgar dinheiro.
Em outras palavras, o que você ignora (e não faz) pode ser o maior erro nas finanças pessoais.
Entenda alguns dos maiores erros que você não vê nas suas finanças
Outro erro clássico que passa despercebido é o custo de oportunidade.
Não adianta só economizar e não aproveitar as boas oportunidades de fazer negócios e ampliar o capital.
Ou seja, tire o foco do risco de perder dinheiro, e, ao contrário, veja as oportunidades que podem te aproximar da riqueza.
Dessa forma, lembre-se que o maior multiplicador de riqueza é o tempo, através dos juros compostos.
Se você está ignorando este fator, então, você está rasgando dinheiro e perdendo ótimas chances de ampliar seu patrimônio.
Mas, além disso, você também precisa de segurança.
Nesse sentido, os seguros (de vida, saúde ou renda) podem não ser uma despesa desnecessária, mas um investimento que pode te ajustar se algum imprevisto acontecer contigo ou com o seu bem/capital.
Além disso, outro erro muito comum é que muitos ignoram a reserva de emergência porque querem ver seu dinheiro “render mais”.
Mas, saiba que é este colchão de liquidez que vai te salvar de imprevistos, quando estes acontecerem – em vez de recorrer a empréstimos caros.
Veja estratégias para corrigir o maior erro nas finanças pessoais
Então, agora que identificamos os pontos cegos do seu controle financeiro, bora ver como agir daqui para a frente?
Dessa forma, a dica é única: adote medidas práticas para que o “ignorado” passe a ser controlado – de verdade.
Então, realize uma revisão no seu saldo bancário e no seu extrato da conta.
Nesse sentido, hoje existem ferramentas de IA que podem ajudar a cruzar seus dados de consumo com as taxas e dar um parecer sobre suas finanças.
Mas, lembre-se que, com IA ou não, apenas o fato de olhar a quantas andam as suas finanças e encarar os problemas, já pode te colocar no caminho mais seguro.
Nesse sentido, se você normalmente negligencia suas finanças, então, a maneira mais eficaz é tentar a automação.
Sendo assim, você pode configurar transferências automáticas para investimentos e se proteger, antes de começar a gastar sua renda mensal.
Ou seja, a tecnologia deve ser usada para blindar o seu bolso contra as suas próprias falhas e contra você mesmo (e seus impulsos).
Dicas finais sobre o maior erro nas finanças pessoais
O maior erro nas finanças pessoais não está no que você faz.
Ou seja, está justamente no que você não faz – ou nas coisas que você ignora.
Dessa forma, cuide da inflação pessoal, do custo de oportunidade e da falta de gestão de riscos.
Então, dê a atenção devida ao invisível para não perder o controle das suas finanças enquanto há tempo.
Sendo assim, pare de focar apenas no preço do que você compra.
Isso também é importante, mas comece a analisar o valor do que você está deixando de ganhar por se omitir em algumas negligências.
Dessa forma, você precisa ter tempo, disciplina e coragem de olhar para onde você não olha, pois, pode ser por ali que seu dinheiro escapa.