A pandemia provocada pelo novo coronavírus tem obrigado muita gente a ficar e a trabalhar em casa, no modelo de home office.

Há também quem tenha optado por se proteger da doença, mas sem nenhuma atividade que pague as contas ao final do mês.

Em ambos os casos, a depender da rotina de cada um, é possível acrescentar oportunidades de ganho, com o tempo livre que tiver.

Antes que você pense em pegar uma enxada, considere isso: dá para ganhar dinheiro através da internet – e ainda em casa.

Acredite ou não, dê uma olhada neste post e analise qual destas alternativas se encaixam com você e seu bolso.

Separamos três diferentes plataformas de monetização. Analisemos cada uma delas.

1 – Afiliações

Sabe aquele negócio que você vende um produto e ganha uma comissão por isso? É o caso aqui, com algumas diferenças.

A primeira, como já se disse aqui, é que você não precisa sair de casa. Nada de bater perna e gastar sola de sapato.

Em vez de andar, você vai navegar muito, mas pela internet. A essa atividade já há até um nome próprio: afiliado(a).

O seu papel será proporcionar visibilidade – e, consequentemente, vendas – aos infoprodutos (conteúdos digitais como cursos, ebooks, apostilas, videoaulas, etc).

Antes de mais nada é preciso se filiar – daí o nome – a uma plataforma especializada no assunto. Há várias. Selecionamos algumas:

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2 – Opinião

Foto: Divulgação

Se você é daqueles(as) que gosta de dar sua opinião em tudo saiba que pode até ganhar dinheiro com isso.

Tem gente que garante a compra do supermercado desfilando o que pensa e até experimentando produtos em fase de lançamento.

Você também pode entrar para esse clube inscrevendo-se em plataformas dispostas a te escutar – mais até do que muita gente.

A tua análise é colhida através de pesquisas, por exemplo. O seu comportamento de consumo é uma informação de ouro para as fabricantes, por exemplo.

A renda costuma variar entre alguns reais a US$ 30, ou mais. Melhor falar e ganhar alguma coisa a ficar quieto e sem dinheiro, não é mesmo?

Sugerimos estas plataformas:

 3 – Freelancer

Foto: Divulgação

Agora, se além de falar bastante você ainda leva jeito para escrever, pode complementar um pouco mais sua renda.

Aqui sua missão será produzir conteúdos on demand para empresas que vierem a te contratar por produção. Bem vindo ao mundo dos freelancers.

O serviço não é restrito a textos. Há oportunidades de jobs para redatores, mas também designers, programadores, entre outros.

O primeiro passo é conhecer como funciona este mercado. Fuce à vontade na internet para saber mais sobre o ofício de freelancer.

Essa pesquisa inicial é fundamental para, pelo menos, validar por quanto oferecerá seu trabalho ou até por quanto aceitará fazê-lo.

Confira abaixo as principais plataformas:

4 – Outras opções (bônus)

Por isso que é bom ler os conteúdos do Alto Tietê até o fim. Se não é um botão, aparece uma bonificação.

Se você não se identificar com nenhuma das plataformas acima, não se preocupe: há ainda outras para você levantar um dinheiro em casa. Confira:

  • Enjoei: se não dá para fazer um ‘bota-fora’ com o que não te serve mais por causa da pandemia, utilize o espaço virtual do Enjoei. É clicar e postar. Vai que vende!
  • Foap: se tua pegada é a fotografia, a Foap é uma prateleira interessante para você postar imagens diversas que pode interessar a algum jornal, por exemplo.
  • Udemy: faça seu próprio curso e venda. Que tipo de coisa você sabe ou faz que poderia ensinar a alguém? Empacote em aulas por vídeo, disponibilize e receba por isso.