Brasileiro não pode ver uma fila que já vai parando e entrando nesta fila.

Pode parecer piada, mas aí está uma característica do brasileiro.

E se esta fila fizer parte de alguma promoção ou da distribuição de algum brinde, é um motivo a mais.

Virou até ditado popular o fato do brasileiro que adora um brinde ou alguma coisa de graça.

Mas, se não é de graça e dá para parcelar no cartão, dá quase no mesmo.

É o fraco do brasileiro: não pode ver uma dívida que já sai fazendo, se endividando.

Talvez por este motivo, boa parte da população economicamente ativa tem restrições no seu nome.

É esta característica do brasileiro que fez ele ir parar no SPC ou Serasa.

É preciso ter um planejamento financeiro bem estruturado para não acabar se endividando.

Mas nem sempre, parcelar no cartão é a pior das hipóteses.

Há casos em que parcelar uma compra pode ser uma boa saída.

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Quer saber quanto é que comprar a prazo no cartão de crédito pode ser uma boa?

Confira alguns destes casos neste post que preparamos especialmente para você.

 

 

Entenda que se optar por parcelar é preciso ter o dinheiro para quitar a parcela

 

Fazer parcelamento no cartão de crédito não é o bicho papão.

Parcelar para quitar um bem ou um serviço que você tem urgência ou necessidade não é de todo mal.

Ele te permite a compra, mesmo sem dinheiro. É uma facilidade.

O cartão de crédito não é o vilão como todo guru financeiro apregoa por aí.

Quer ver alguns exemplos de como usar a comodidade do cartão de crédito e o parcelamento pode ser uma boa opção?

Dá uma conferida neste post, que a gente vai te contar quando é melhor usar o cartão e quando é melhor pagar à vista.

Mas, se você tem o dinheiro no bolso, por que comprar no cartão ou porque parcelar?

O maior problema de pagar parcelado, é você ter uma parcela maior do que pode pagar.

E como amanhã você pode não lembrar do quanto comprou hoje, no fim do mês, as parcelas se multiplicam, literalmente.

Se o dinheiro vai estar curto dali 30 dias, quando a parcela chegar, melhor é não mexer em vespeiro, nem fazer a compra ou, se fazer, verificar se realmente não há juros.

Por causa destas coisas tão comuns é que o cartão de crédito é visto por muitos como um vilão.

Mas o problema não está em parcelar uma compra. Está na falta de gestão da sua vida financeira, do seu orçamento familiar.

 

Saiba quando usar o parcelamento mesmo se você tiver o dinheiro

 

Se a compra de um item não tiver desconto se for a vista, pode valer a pena usar o parcelamento sem juros.

E o dinheiro deste item você pode investir, obter rendimentos que podem até ser usados para pagar o parcelamento.

Por exemplo, se você tem o dinheiro da compra, você pode usar esta quantia para investir, postergando o pagamento através do parcelamento.

Como assim?

É você levar seu dinheiro e aplicar para que renda mais do que a parcela que você vai pagar.

É o caso quando a compra não tiver desconto se for à vista ou parcelada. Você pode levar este dinheiro para algum investimento que pague 0,5% ou até 1% e pagar pelo item de forma parcelada.

Dependendo do valor, os juros e rendimentos obtidos pelo investimento vão ajudar a custear uma das parcelas.

 

Entenda a questão dos juros nas compras parceladas

 

Como você viu, quando for usar o cartão, a primeira pergunta antes de escolher em pagar “a vista” ou parcelar é: tem juros para parcelar?

Há muitos casos em que, ao parcelar uma compra, o cliente paga juros pelo parcelamento.

Às vezes, esses juros estão maquiados ali no cálculo, então, é fundamental você analisar se o valor do produto é o mesmo se for dividido pelo número de parcelas que você vai pagar.

O juro não é ruim, de forma alguma, é uma ferramenta ofertada pelas empresas para você poder comprar, sem ter o dinheiro

O parcelamento nada mais é do que algo que te permite comprar um bem ou serviço mesmo sem ter dinheiro.

É como se fosse um empréstimo.

Você compra, leva para casa, e vai pagando por mês.

Mas o lojista onde você efetuou a compra, recebe na hora.

O custo deste “empréstimo” será pago por você, com os juros acrescidos a cada parcela.

O que não pode acontecer é você pagar a parcela mínima da fatura do seu cartão. Estes juros, sim, são pesados e vão comprometer sua vida financeira.

 

 Saiba algumas dicas e exemplos para avaliar antes de fazer compras

 

Confira algumas dicas para refletir na hora das compras.

É melhor pagar à vista no cartão ou parcelar? O que eu preciso avaliar antes de cada compra? Confira:

 

  • Se você não tem pressa para comprar um determinado produto ou serviço, o melhor é esperar.
  • Caso você tenha pressa, verifique se a vista tem desconto ou a partir de qual parcela é cobrado juros. Se a partir da terceira parcela tem juros, pague em três.
  • O pagamento parcelado, com juros, só é uma vantagem se este produto ou serviço for urgente ou se ele vai gerar dinheiro para você.
  • Quer um exemplo? Você faz doces em casa e precisa comprar uma panela maior ou algum item de cozinha que vai render seu serviço ou melhorar seu produto.
  • Aí não importa o valor ou os juros, o que importa é que esta compra vai se pagar, vai trazer dinheiro de volta.
  • Ter um cartão que lhe dê vantagens a cada compra, como milhas ou pontos, pode ser um bom motivo para preferir usar o cartão.
  • Este caso é válido, desde que tenha o dinheiro disponível para o pagamento quando a fatura chegar.
  • Para finalizar, um exemplo hipotético: se você tiver dinheiro e for comprar um notebook, por exemplo, e a loja parcelar em 10x sem juros, opte pelo parcelamento.
  • Se você depositar o valor de R$ 3 mil e obter um rendimento perto de 0,8% mensal, ao fim de 10 meses, de 10 a 15% de uma parcela será paga com os rendimentos.
  • Pode não ser muito, mas aí está o x da questão.
  • Digamos que você coloque os R$ 3 mil à vista no cartão, mas quando a fatura chegar, por algum imprevisto, você não conseguirá pagar a parcela do seu cartão de crédito.
  • Os juros e taxas podem chegar a 12% ao mês, ou seja, você vai pagar R$ 360 de pelo atraso do pagamento do seu notebook, comprado parcelado.
  • Entre economizar R$ 30 e gastar R$ 360 a mais, o que você prefere?