São Paulo, Rio, Minas, Rio Grande do Sul e Paraná; Bahia e Goiás. Estes são alguns dos estados mais ricos do Brasil.
Os primeiros cinco estados mais prósperos do Brasil são três do Sudeste e dois do Sul. Bahia é o estado do Nordeste mais rico, e Goiás, do Centro-Oeste.
O índice que mede a riqueza é o PIB, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O PIB, que mede o produto interno do país, foi de R$ 8,7 trilhões no Brasil.
Este último levantamento que mede a riqueza dos 27 estados da Federação é de dois anos antes, 2019, que é a mais recente divulgada pelo IBGE.

Saiba quais são os estados mais ricos do Brasil

O PIB do Brasil em 2021 foi de R$ 8,7 trilhões.
Deste total, quase 25% vem de São Paulo.
São Paulo é o estado mais rico do Brasil, com um PIB de R$ 2,348 trilhões.
O Rio ocupa a segunda posição no ranking da riqueza, com PIB de R$ 779,9 bilhões.
Em 3º está Minas Gerais, PIB de R$ 651,9 bilhões.
Em 4º está o Rio Grande do Sul, R$ 482,5 bilhões de PIB.
O Paraná está em 5º com PIB de R$ 466,4 bilhões.
O estado é o segundo do Sul na lista e tem a quinta maior economia do país.
Para completar a lista de todos os estados do Sul, Santa Catarina está em 6º, como a sexta maior economia do país tem PIB de R$ 323,3 bilhões.
A Bahia é o estado mais rico do Brasil da região Nordeste.
No ranking, o estado que abriga a primeira capital do país está em 7º com R$ 293,2 bilhões.
Em 9º lugar está Goiás, o estado mais próspero região Centro-Oeste.
O PIB de Goiás é de R$ 208,7 bilhões.
O Distrito Federal, que é unidade da federação e não estado, acaba sendo o 8º do país no índice da riqueza.
O PIB do DF, onde está Brasília, é de R$ 273,6 bilhões.

Veja quais estados tiveram mais crescimento após a pandemia

Das 27 unidades da federação, 14 deverão registrar um crescimento superior ao nacional em 2022.
O destaque é Tocantins, que deve ter uma expansão de 1,7% no PIB.
Fruto deste crescimento é o agro, tanto que outro estado que deve crescer muito seu PIB é Mato Grosso do Sul e Goiás, ambos com uma projeção de alta de 1,4% no PIB.
Para o Sul, as expectativas são de baixo crescimento neste ano.
Conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a falta de chuvas trouxe queda nas safras.
É prevista uma queda de 41,1% na produção paranaense de soja e de 50,8% na gaúcha.
No Sudeste, a pandemia atrapalhou o crescimento dos estados mais ricos do Brasil.
Para se ter ideia, os líderes, São Paulo e Rio de Janeiro, tendem a ter mais dificuldades.
Mas situação mais preocupante vivem o Nordeste e o Norte, com projeções baixas e até negativas.
As exceções são áreas da Bahia, Maranhão e Piauí próximas à divisa com o Tocantins, devido produção de soja e milho.
Ou seja, o bom momento do agronegócio vai ajudar em índices positivos do PIB brasileiro.
Para ter ideia, Mato Grosso e Goiás devem ser os dois maiores produtores de soja, com 45% da produção nacional.

Veja a projeção para o crescimento do PIB

Na lista abaixo, confira a projeção de crescimento da economia através do PIB para os estados no acumulado de 2020 a 2022.
Mato Grosso e Tocantins vão liderar o crescimento, afinal, o agro não parou na pandemia.
Cidades e estados mais industrializados, onde o comércio também é forte, sofreram mais com a pandemia e estão com projeção de PIBs menores.

Unidade da federação Variação do PIB (2020-22)
Mato Grosso do Sul 4,9%
Tocantins 4,7%
Goiás 4,5%
Pará 4%
Espírito Santo 3,9%
Santa Catarina 3,6%
Mato Grosso 3,4%
Minas Gerais 1,8%
São Paulo 1,3%
Rio Grande do Sul 1%
Distrito Federal 0,9%
Rio Grande do Norte 0,7%
Paraná 0,7%
Rondônia 0,6%
Maranhão 0,6%
Roraima 0,5%
Piauí 0,5%
Paraíba 0,5%
Sergipe 0,4%
Amazonas 0,4%
Pernambuco 0,3%
Rio de Janeiro 0,3%
Amapá 0,3%
Bahia -0,2%
Ceará -0,7%
Acre -0,9%
Alagoas -1,4%

Fonte: MB Associados, com dados do IBGE