Streaming, shows e ingressos: onde o brasileiro está pagando mais pelo lazer

Veja como economizar, otimizando os gastos

Atualizado em maio 17, 2026 | Autor: Michelle Verginassi
Streaming, shows e ingressos: onde o brasileiro está pagando mais pelo lazer

Se você está pagando mais pelo lazer e isso está pesando no bolso, bem-vindo ao clube.

Seja para manter assinaturas de streaming, assistir a shows ou comprar ingressos para qualquer atividade cultural, o gasto está pesando nas finanças.

Não dá para boicotar o lazer, mas não não há bolso que aguente a nova escalada de preços, então, o ATW fez uma pesquisa para te ajudar nessa jornada.

Sendo assim, vem conferir como proteger suas finanças.

Pagando mais pelo lazer

O direito ao descanso e à diversão é muito importante, ainda mais em uma época de grande estresse no trabalho e no cotidiano.

O lazer é um dos fatores que ajuda no bem-estar e na saúde mental, para espairecer dos momentos mais pesados.

Mas, tudo está mais caro de algum tempo para cá, seja ao assinar um serviço para assistir a séries em casa ou ao comprar um ingresso.

Os reajustes sucessivos nas mensalidades, as taxas adicionais nas ticketeiras e outros custos que antes você não prestava atenção, estão pesando na conta do lazer.

Sendo assim, vem conferir como otimizar seus gastos sem precisar abrir mão dos seus momentos de lazer – e de felicidade.

O encarecimento do streaming

O mercado de assinatura passou por uma mudança e tanto nos últimos tempos.

Se antes com pouco mais de 20 reais você pagava a maior plataforma de streaming do mundo, a realidade agora é outra.

Agora, é preciso assinar várias plataformas para acessar diferentes catálogos – não só de séries como era no passado, mas também, de esportes.

Infelizmente – para o seu bolso – hoje cada grande estúdio de Hollywood criou o seu próprio app independente.

Sendo assim, para assistir uma série, um bom filme ou assistir aos jogos do time do coração, é preciso assinar três ou quatro apps de streaming.

Além disso, para piorar a situação do bolso, os reajustes do streaming parecem que são feitos acima da inflação.

Sendo assim, o que era troco de padaria para pagar, agora consome uma boa fatia das suas finanças.

Ou seja, a soma de mensalidades cria uma despesa fixa pesada no final do mês – e que não é barata.

Você está pagando mais pelo lazer e pelos ingressos de shows

Se assistir a conteúdos na televisão de casa ficou mais caro, imagina para ter um bom lazer fora de casa.

Participar de um grande show ou festival de música virou um “verdadeiro investimento”.

E isso ocorre porque hoje tem o valor nominal dos ingressos, mais a questão dos setores com maior procura, sem contar os lotes de ingressos que vão subindo a cada semana.

Além disso, tem as taxas das plataformas de compra de ingressos e outros custos adicionais que antes não eram caros, como a ida até o local e a volta para casa.

A maioria das produtoras vende seus bilhetes por meio de plataformas de venda de ingressos.

Sendo assim, você paga o ingresso e mais “a famosa taxa de conveniência”, que gira em torno de 10% a 20% sobre o ingresso.

Então, a tarifa para ir ao show acaba custando bem mais cara.

O custo alto dos festivais de música

Outra realidade que mudou é com relação aos shows de música terem se transformado em… festivais.

A indústria do entretenimento ao vivo descobriu um modelo de negócios mais lucrativos.

Dessa forma, em vez de você comprar o show apenas da banda, do cantor ou da dupla que você gosta, você acaba tendo que pagar o ingresso de um festival todo.

Sendo assim, essa tendência prejudica o consumidor, pois se você é fã de uma banda, acaba tendo que pagar o passaporte todo para 5 ou 6 shows no mesmo dia.

Então, essa venda casada aumenta o custo básico do lazer ao vivo, elitizando o acesso à cultura – e isso pode afastar o público pelo alto preço.

E ainda não estamos falando dos custos – no dia – dentro da arena ou dos estádios, que é onde estes festivais são realizados.

Se você está pagando mais pelo lazer, veja como economizar

Mas, o que você vai fazer se essa é uma tendência?

Não tem como comprar ingresso sem pagar a taxa da plataforma, nem como comprar ingresso só de um show, se o “combo” é um festival de música todo.

Contudo, você pode manter a gestão do seu orçamento familiar – e do seu jeito.

Sim, é possível manter a diversão em dia, sem comprometer a saúde financeira da sua casa.

Mas, o que fazer?

Então, o primeiro passo, em relação às assinaturas de plataformas, é parar para conferir sua fatura ou seu extrato do banco.

Veja quais streamings você não tem usado e cancele.

Além disso, você pode assinar um serviço, assistir às séries desejadas e cancelar a assinatura no mês seguinte.

Ou seja, faça um rodízio de streaming – e a economia vai valer a pena.

Já em relação aos shows, veja quais são os requisitos da meia entrada e veja se você não tem direito a isso.

Além disso, acompanhe também os programas de fidelidade que oferecem 50% de desconto em redes de cinema e teatro.

Por outro lado, as modalidades de planos familiares ajudam na hora de dividir o custo das assinaturas digitais com amigos ou familiares.

Por fim, defina um limite rígido de dinheiro para gastar com entretenimento a cada mês – e se mantenha fiel.