A pandemia do novo coronavírus mudou a forma de se trabalhar e oferecer produtos e serviços pelo mundo afora.

Das grandes corporações às pequenas e microempresas, a doença transformou a vida de todas – quando não as ceifou.

Diante das incertezas que ainda persistem sobre o futuro dos negócios, pairam as dúvidas na cabeça de muita gente.

Minha empresa vai sobreviver? Meu emprego está garantido até quando? O meu serviço será útil até quando?

As respostas a estas e tantas outras angústias de patrões, empregados e autônomos estão em alguns fatores que elencamos neste post.

Analise-os com atenção: cumpri-los ou ignorá-los pode fazer a diferente em entrar, permanecer ou sair do mercado de trabalho.

O futuro do meu negócio

A primeira reflexão a se fazer é sobre a relevância do que você faz. Que percepção o mercado tem de meu trabalho, produto ou serviço?

Cuidado com as respostas rasas. A análise é mais complexa. É pelo juízo de relevância que uma empresa ou profissão continua a existir.

Pense bem: com a pandemia afetou o meu trabalho? De que modo o transformou, a tempo de mantê-lo existindo – ou não?

Evidentemente, há setores mais e menos afetados e flexíveis às novas demandas impostas pela pandemia. Isso é fato.

Basta observar como as empresas e os empreendedores em geral buscaram se adaptar com o home office ou o drive-thru.

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Se seu negócio está sobrevivendo à pandemia é um sinal de que está passando no teste da adaptação ao que é novo – mesmo que por necessidade.

A régua da tecnologia

Não bastasse ter que encarar a rotina transformada pela covid-19 há outra influência que também veio para ficar no mercado de trabalho.

Trata-se da inovação tecnológica. Esta aí, aliás, tal como um vírus, continua a se transformar e espalhar continuamente.

A atualização é o melhor imunizante. Mas, sob o risco do contágio da indiferença, empresas, empregos e oportunidades de negócios podem se perder.

É o que acontece, por exemplo, quando uma indústria atrasa ou ignora a implantação de processos e equipamentos mais atuais e eficientes.

Aliás, a automação das linhas de produção são um avanço inevitável em muitos parques fabris, a custo de muitos empregos.

Aos trabalhadores não resta outra solução senão buscar uma recolocação na concorrência – se ainda houver – ou partir para outra.

É intrigante como que muitos negócios demoram a implantar novidades tecnológicas já amplamente difundidas e aplicadas na vida das pessoas.

Um dos exemplos mais recentes é o PIX. Apesar de todas as suas facilidades, há negócios que ainda relutam a implantá-lo.

Habilidades e comportamentos

A reclusão forçada de muitas empresas ao home office por conta da pandemia tem servido de ‘laboratório’ para análises laborais.

O distanciamento possibilitou uma visão mais aprofundada sobre questões como habilidades e comportamentos individuais e coletivos.

Essa percepção expôs ainda mais aqueles que já detinham a qualidade da proatividade e resiliência e outros, pela precariedade de relacionamento.

Quem quiser sobreviver no mercado atual vai precisar aprimorar ou, for o caso, repensar a forma como se dispõe ao trabalho remoto.

A condição proporciona pós e contras para ambos os lados. À empresa, que pode realinhar seu quatro de colaboradores às suas novas necessidades.

E aos próprios funcionários que, a depender da condição de trabalho oferecida, pode dispor de maior autonomia para decidir a quem prestar seus serviços.

Aliás, mais do nunca, é tempo de os profissionais reavaliarem de suas habilidades atuais estão em sintonia com a necessidade do mercado.

Porque de nada adianta ter um currículo extenso se o que você já aprendeu e fez já está na prateleira das práticas obsoletas.

Por isso, não titubeie: fique esperto(a) às novidades de sua área e capacite-se o quanto antes para permanecer no mercado enquanto há tempo!